Andei para aqui a pensar com os meus botões. A pensar em música. Vai daí - porque tem tudo a ver! - ocorreu-me que uma célula cancerosa deve ser mais densa que uma saudável. Tem a ver sim. Pois quando se está a falar de diapasões, e de ressonâncias... bom...
Ora bom, se orientarmos uma frequência (de ultra-sons?) para uma célula saudável e para uma célula cancerosa, não iremos verificar que elas entram em ressonância com diferentes frequências?
Agora a parte que não tem nada a ver com música: o ser humano já tem incorporado um mecanismo de defesa, em que parte é conhecida vulgarmente por "glóbulos brancos".
Pelo pouco que eu percebi do funcionamento do sistema imunológico, existe um conjunto de "glóbulos brancos" que servem de marcadores, para que outros (os verdadeiros assassinos!), possam eliminar as ameaças ao organismo. No fundo, é um bocadinho como jogar ao "Minesweeper"... põe-se as bandeiras, e avança-se!
Ora bom, o problema do cancro, é que como as células cancerosas pertencem ao organismo, não existe o reconhecimento que "isto não devia estar aqui"...
Mas então, porque é que não se cria um fármaco que ao ser injectado no paciente, actuasse sobre todas as células, mas que só seria activado quando a célula a que estivesse "agarrado" entrasse em ressonância (pela incidência de uma frequência de ultra-sons(?))?
Ou seja, porque é que não se cria um fármaco que fosse como um colar de pérolas, que fosse usado por todas as células do corpo do paciente... mas que este colar quando fosse "abanado" , ficaria estendido, de forma a poder ser lido pelas células NK (Natural Killers), e de modo a que estas tivessem o "conhecimento" que tinham de actuar?



3 comentários:
A ideia é interessante, mas falta desenvover a técnica e testar!! Cobaias não vão faltar, pois o que há mais é gente desesperada por uma cura!
BOA!!
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pele fica transparente gracas a cristal holografico
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